Autossabotagem
Sem saber a direção, a maioria ainda continua vivendo em bandos. Onde está o caminho? Não sabemos ser. Por motivos de força maior, o anonimato é assustador. Estar sozinho sem perceber nada ao nosso redor, com certeza, é assim até o momento em que descobrimos estar com Deus. Até onde podemos julgar? Não sabemos como nos comportar, usando de toda maldade. Somos seres especiais. Daqui pra frente, uma cegueira espiritual tomou conta do mundo; este é o preço que estamos pagando para sermos diferentes. Uma luta contra o passado e outra contra o futuro. Será realmente ser só isso? Em meio à confusão, nos sentimos tão pequenos, cada dia mais, com tantas calamidades. Realmente estamos preparados para sermos uma nova espécie? Tudo em nós clama por isso, por estarmos enxergando que vivemos de forma muito superficial. Já basta. Estamos provocando o extraordinário, mas ainda continuamos a querer viver do “ordinário”. Não podemos ver nada de sobrenatural no outro que já estragamos as surpresas de Deus. Enquanto não buscarmos com naturalidade o compromisso de aceitar que o outro se propaga na escuridão, sendo “este” portador de cura, jamais iremos nos elevar, puxando o tapete, acreditando que seremos “salvos” por termos matado, antes mesmo de colhermos os frutos podres do egoísmo. Não dá mais tempo, é agora ou nunca. Como iremos alcançar as PROMESSAS tão esperadas de DEUS? Ao recebermos essa advertência, sabemos que será entregue verdadeiramente àqueles que querem, mas ainda estão em dúvida. Certamente saberão quem são.
Juliana Amorim Alves
Enviado por Juliana Amorim Alves em 06/11/2026
Alterado em 06/11/2026
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