Árvore da vida
Supera a si mesmo quem está disposto a florescer. Mesmo com os demônios tentando roubar as sementes!
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Condescendente
Amenizando sintomas, imobilizando o “próprio” (cerceamento da liberdade), o infortúnio do labirinto, por devida segurança, retirado do convívio e forçado a corresponder e extrair forças sobrenaturais, ao certo, depois de aprofundar o diagnóstico de uma percepção evoluída e minuciosamente investigada, correndo sério perigo por não haver saída, de fato, não de morte do corpo, mas a morte da alma. Após se sujeitar a todas situações ridículas e, muitas das vezes, lançadas com o propósito de uma maneira incrivelmente estranha de se machucar, decepcionando-se como se treinasse intuitivamente para algo terrivelmente assustador que, de fato, teria que enfrentar. Até descobrir que deveria usar o tempo como alternativa de reparo pela busca incessante de fingir que a espécie humana detesta a hipocrisia, inconformada por excesso, não conseguimos ser autênticos, reflexo dessa fachada inconveniente que tentamos a todo custo esconder. Para não enlouquecer e dar um sentido para continuar convencendo o agravante de contenção, era felizmente usar a sabedoria de abusar sem reservas do desafio de concentrar nas chances de não cair na armadilha de perder de vista o limite da necessidade exclusiva de introspecção. Toda oração, neste caso, deve ser pautada na busca pela libertação quando a alma perseguida se torna alvo de disputa e, neste caso, só podemos ajudar com nossas orações. Sendo a vítima um poderoso instrumento de intercessão nas mãos de Deus, quando este reza o Pai Nosso e a Ave Maria diante do Santíssimo Sacramento. O leigo com transtornos mentais, ao dobrar os joelhos com a atitude de fazer adoração todos os dias, amenizando o sofrimento que nem tratamento nem medicamentos são capazes de resolver. Tornando incapaz de encontrar soluções para a enfermidade por não haver cura, nunca deve entregar o fardo à última tentativa aqui na Terra, ou seja, por assim dizer, ao Santo Sacerdote. O único capaz de socorrer, neste caso de urgência, sobretudo pela gravidade dos casos de surtos, ao próprio Jesus Eucarístico. Esta condição faz com que a própria prisão mental, desde que o paciente tomou consciência da “abençoada” enfermidade, tornando-se luz, considerando aspectos de um sempre novo “falso” plano de fuga, como este parecido novo contexto. Enganando, infelizmente, a mim e toda uma sociedade de que existe, de fato, uma brilhante saída? A saída é não encontrar a saída, ajustando continuamente, entre intervalos, a trama adaptada e adequada da persistência em continuar insistindo em progredir nas virtudes. Pelos cálculos das intensificações das orações, ainda não sejam suficientes, mas o bastante, talvez, quem sabe, pela misericórdia, a porção necessária por não terem sido em vão o sacrifício.
Juliana Amorim Alves
Enviado por Juliana Amorim Alves em 10/10/2026
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