Árvore da vida
Supera a si mesmo quem está disposto a florescer. Mesmo com os demônios tentando roubar as sementes!
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Dualidade
Ali reside a mortificação. Se ela encontra lugar, se faz obrigação da vítima um “dever” de ser canal de propagação. Ao contrário da matéria, a alma é submetida a uma transmutação indivisível. A mesma que agride e quer conduzir é poderosamente responsável por querer erradicar a face oculta de um tormento sensato e imperceptível. Não existe possibilidade de separação entre forças distintas. Nós não podemos abrir mão de vivermos o real extraordinário, que é escolher o acesso à verdade, do que permitir que sejamos tentados a cairmos na rede da mesma cilada sedutora de desviar do propósito, em fortalecer, conscientes de que Deus é infinito e só podemos abranger essa imensidão como cegos, rompendo as cadeias das ilusões, dos vícios, das fantasias, das distrações etc., que bloqueiam e impedem de aprofundarmos o quanto ainda estamos desintegrados desta dimensão. Se ainda buscamos aprovação, é resultado de uma falsa confiança em nós. Antigamente, o castigo era a crucificação; depois, a prisão; hoje em dia, os sintomas de transtornos mentais paralisam uma sociedade cada vez mais susceptíveis rumo ao extremismo. Será até que ponto o futuro da humanidade será forçado a passar por uma expansão de mudança intensificadora de ocultismo salutar? Este fascínio do ser para com Deus nos aproxima de uma Gestalt: “Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz seu Senhor. Mas chamei-vos amigos, pois vos dei a conhecer tudo quanto ouvi de meu Pai.” (João 15,15).
Juliana Amorim Alves
Enviado por Juliana Amorim Alves em 25/07/2026
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