Árvore da vida
Supera a si mesmo quem está disposto a florescer. Mesmo com os demônios tentando roubar as sementes!
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Apologia da prosperidade
Quando enxergamos a prosperidade pelo lado material e esquecemos de enaltecê-la à luz do Espírito Santo, segundo a natureza transformadora e libertadora do peso corruptível do pecado, isto não é uma visão pobre, ou seja, darmos mais valor às virtudes do que sermos ricos em bens materiais. Não que seja errado, mas uma escolha decisiva e que, de fato, é o que irá nos ajudar a estar no mundo, mas não pertencer a ele, sendo passageiros e mortais. O Espírito Santo é perfeito e revela, das mãos de Deus, no tempo oportuno, como uma cortina vai se abrindo e mostrando o que estava encoberto até então, sem fazer sentido. Por aí começamos a perceber o quanto somos arrogantes, e a ganância é pior do que a miséria. Ao praticarmos essa disputa, já nos ajuda a sermos seres mais essenciais do que materiais. Se não conseguirmos vivermos com o necessário, que é acreditar em algo infinitamente Superior, que a doença não existirá, que não haverá mais guerra, a maldade e o pecado serão extintos e a morte acabará! Estamos confundindo virtudes e dons do Espírito Santo com prosperidade. Se a prosperidade compra seres humanos, não se pode dizer que ela seja bem empregada. Quando a prosperidade é usada para fins lucrativos, ela deixa de exercer seu papel. Mas, quando sem segundas intenções ou doada sem interesse, o que é muito raro. No caso da viúva, ela doou o que não tinha, e o jovem rico não abriu mão dos seus bens. A liberdade de ser rico não está somente no bolso, mas sim na capacidade de saber reconhecer o verdadeiro valor do “Reino de Deus”.
Juliana Amorim Alves
Enviado por Juliana Amorim Alves em 09/07/2026
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