Amores de guerra
Estamos sem direção, como ventos uivantes sem rumo; estamos todos perdidos por lugares, como uma ventania sem propósitos algum? Até mesmo porque não vai adiantar brigar ou fazer escândalos; nada irá mudar a sentença do que está acontecendo. É difícil demais engolir certas coisas, mas é o que nem um valentão pode encarar desta vez: é pra correr. Não que seja covardia; os tempos são maus. Porém, neste cenário caótico, encontramos pessoas que estão realmente conosco. Meu Deus, não era para ser assim, sabemos que não. São anjos? Seres que estão não forçados nem obrigados, mas por livre e espontânea vontade. Uns até de longe, que não compreendemos a conexão que existe sem nunca termos combinado exatamente nada. Outros com quem também nunca trocamos um olhar e, só de falar o nome, já sabemos que nos odeiam. Um mistério enigmático de pares ou ímpares, que se alternam perfeitamente, como parcerias perfeitas que funcionam como se fossem através de acordos. Olha, é cada uma; com certeza, é milagre, mesmo com tantos apuros. Às vezes, merece uma música de fundo, sabe? Essas pessoas que a gente sabe que torcem pra gente. Elas são o que dão incentivo para continuar; é Deus dizendo: vai. Então, será que está tudo perdido? Por aí percebemos o valor da verdadeira amizade: quando todos foram embora e quem realmente ficou. Quando tudo parecia perdido, quem Deus permitiu para ser o verdadeiro amor das nossas vidas? Ei, você aí, este(a) aí, com certeza, não foi quem nós imaginamos, mas foi melhor do que quem poderíamos imaginar!
Juliana Amorim Alves
Enviado por Juliana Amorim Alves em 05/06/2026
Alterado em 06/06/2026
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