Árvore da vida
Supera a si mesmo quem está disposto a florescer. Mesmo com os demônios tentando roubar as sementes!
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Nevoeiro de expectativas
Exercitando com muita resiliência, não podia pensar em quase nada, somente o necessário. Um forte motivo para não aprofundar em pensamentos que não iriam levar a nada; ao contrário: atrapalhar, desgastar e gerar preocupações. Sem querer entender muita coisa, já era o bastante para conseguir manter certa copenetração, ou seja, a certeza de reconhecer a paciência como o limite e o futuro, uma projeção cada vez mais incerta. Descobrindo que nem sempre argumentos estariam em alta, mas, como Deus sabe fazer as coisas, o que pode ser o motivo de desânimo também pode ser o motivo para continuar. Ao perceber, de fato, o que nos trava é um tipo de situação, uma espécie tão diferente do comum; era exatamente o que estava acontecendo. Ao estar de frente com o problema, não dava para voltar e nem dava para avançar. Então, o que visualizava era uma enorme nuvem de problemas, obscura, silenciosa e encoberta na imensidão do existir; a impressão que dava era que ela ficava esperando algum tipo de reação visível por parte humana para revelar todo seu criterioso objetivo. Mas a sensação era como sentir o mistério de um “Deus” inerte? Graças a uma forte Força Suprema, não era muito agradável o que estava acontecendo; não havia outra saída, o jeito era continuar agarrada na aridez, confiando firmemente, mesmo sem entender, sobre algo infinitamente poderoso, propenso a mudanças segundo as intenções humanas.
Juliana Amorim Alves
Enviado por Juliana Amorim Alves em 02/06/2026
Alterado em 02/06/2026
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